quarta-feira, novembro 25, 2009

O bárbaro no mercantilismo moderno.

Novamente aqui estamos nós, terra Brasil, como rota de matéria bruta. Na busca de especiarias, seguindo as rotas marítimas a caminho das índias, os países já existentes se supriram de nossa matéria e, em especial os Portugueses. E hoje, esta diferente? Abro o Jornal e vejo que Mahmoud Ahmadinejad esta no país. Não é em missão de paz, mas quer que o Brasil, seja parte integrante e ativa da ONU. Junto a Confederação Nacional da Indústria, assinou dia 23 de Novembro de 2009 (ontem, segunda) um acordo de cooperação e intercâmbio de informações, entre empresários do Irã e brasileiros. O convênio foi firmado no Palácio do Itamaraty e tem como objetivo estimular o comércio entre Brasil e o país do Oriente Médio. As rotas marítimas, surgindo com os árabes. Verifiquei que em 2008, as exportações brasileiras para o Irã registraram US$ 1,13 bilhão e as importações somaram US$ 14,7 milhões. Os principais produtos embarcados pelo Brasil ao Irã são carnes, óleos, animais e vegetais, cereais, automóveis, tratores, sementes, tabaco e papel, ou seja, as especiarias. Enquanto o País importa sal, enxofre, gesso, cal, produtos químicos, frutas, minérios, tapetes, veículos, couros e plásticos. O que me afligiu, não foi às semelhanças de hoje com o mercantilismo, mas que a comitiva é formada por empresários dos setores financeiros e petroquímico. Buscam pesquisar, equipamentos para exploração de petróleo, de serviços de engenharia, da construção civil, de aço e siderurgia, mineração, agronegócio, têxtil, de calçados, automóveis, autopeças, turismo e aparelhos médico-hospitalares. Não posso deixar de pensar que, agronegócio, têxtil, de calçados, automóveis, autopeças, turismo e aparelhos médico-hospitalares; pode ser uma tapeação para apropriar-se do nosso petróleo. Mando uma mensagem ao senhor Mahmoud Ahmadinejad: “Tio Mahmoud, o petróleo brasileiro é o mais sujo, você vai ter de refiná-lo muito á chegar ao seu produto final. Não vai valer à pena, causar uma guerra conosco, por causa de fóssil em decomposição.” Pegou a mensagem?

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