terça-feira, novembro 16, 2010

Poemas escritos na rua.

Neste momento estou trabalhando muito, mas é muito mesmo, me divertindo bastante, e é muito! Porém, às vezes, para ser sincero estas vezes são bem frequentes, me pego analisando as divergências e incongruências da sociedade. Sabem o que é isso? É o espírito de Sampa, nenhum outro lugar no país e no mundo tem isso, trabalho com afinco, divertimento sem se preocupar com nada e ainda analisar os novos parâmetros da sociedade. È muita modernidade, não é?! Nestas minhas analises, de medíocre escritor emergente, avaliando o cotidiano apresento dois poemas (sonetos para ser sincero), escritos no meio da rua, porque a ideia não tem hora nem lugar para surgir. O primeiro foi escrito mês anterior, sentado na marquise do MASP, em uma terça-feira, que é o dia que o MASP esta aberto gratuitamente para a população, e é o dia em que vou ao museu! As “minas” do MASP. Os arquitetos de amanhã belas mulheres do MASP. cheirosas, filés, gostosas; aquelas que, não me vê. Um grito escandaloso mudo, o risco ensurdecedor surdo. Traço do lápis G humano é a arquitetura ondulante pulsando nas curvas das “minas” do MASP. O próximo, segundo, rabisquei dentro do ônibus em meio ao transito da Av. Brigadeiro, no primeiro dia deste mês, aquela buzinada toda, a fumaça, o sol tostando agente dentro do bus, os trabalhadores em viagem para o sustento, a megalópole acordada. Cidade ! Sabe fugir para o interior? Virar “bicho” no mato mas puxa como é bom a poluição. Não escrever no canto dos pássaros jamais no silêncio das matas quero o grito dos carros o desespero humano, do corpo caindo do prédio no brilho escandaloso do fedor humano, pichado nos muros de São Paulo. As fotos são registros de algumas pichações da região da Paulista, a arte de rua

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