sábado, março 05, 2011

Daiane Kelly: o reencontro.

Em especial neste carnaval de 2011, concentro-me em outra farra. A farra das letras, muitas matérias para estudar e muitas ideais para serem postas em papel, só para saberem que irei embebedar meu corpo em casa mesmo, apoiado por minha gata.

P*, aí C* de livro que me tira o sono! Não aguento mais esta história, e também não consigo parar de escrever! È tal de escrever e apagar, escrever e apagar, ler e escrever, pesquisar e escrever, comer e escrever, defecar e escrever, tomar banho e escrever, fazer amor gostoso e escrever, comer chocolate e escrever, escrever, escrever... Ah! Acho que isso é loucura, ou o principio dela!

Mas, se é isso que quero, isso me faz feliz... Eu sou assim, assim que sou!

Então. Após a micro-coletânea das Meninas da Telemetria, não havia surgido nenhum desafio do que escrever para postar a vocês e desafiar ainda mais minha mediocridade, fiquei a pampa!

E como o mundo digital é muito ágil surgiu um desafio bem bacana. O que escrevo a vocês, é bem sentimental, oh gutchi... gutchi... Que bilú que sou! Reencontrei uma amiga de colégio de muitos anos, risos, põe anos aí. A Daiane Kelly. Fiquei muito feliz em encentrá-la. Para compreensão da voluntaria ignorância de vocês, na época em que estudávamos eu este medíocre escritor, era um paspalho adolescente, não sabia nada de nada, quer dizer, ainda não sei p* nenhuma, mas em 1999 sabia menos ainda, ainda mais sendo um internado no IASP, internado no bom sentido!

Sabem como são evasivos estes encontros via Facebook. Pois então, para que a Daia saiba quem sou e o que me tornei; ter uma maior complexidade de minha mediocridade, propus uma micro-coletânea á ela. Naquela época eu já rabiscava algumas coisas (risos ao recordar o passado), era praticamente um primata descobrindo a escrita, ou seja, acredito que para ela não será tão surpreendente que ainda me encontro com essa tola ideia de ser escritor. Enfim, pedi que escolhesse quatro de suas fotografais prediletas para escrever algo baseado, sem a folha da coca claro, nelas que lhe revelasse um pouquinho do que sou agora!

Leiam aí para o deleite, desespero, escândalo, raiva ou nojo de vocês este quatro poemas que acompanham as fotos tiradas por ela.

Daia é um prazer te reencontrar, espero que agora depois deste período de afastamento que a vida nos deu, possamos nos reaproximar com uma amizade mais gostosa e cheia de arte. Sabe da Nayara? Até hoje ela esta com uma blusa minha. Risos discretos. Como sou esquisito!

Um comentário:

  1. que honra ser assunto no seu blog...vou ler os poemos com carinho e realmente nao me foi surpresa saber que vc ainda escreve...ja se passaram 11 anos..que loucura ne? mas tem coisas q nao se esquece..como a sua blusa com a Nayara por exemplo..rsrs..sei dela sim..mas ela só tem orkut..e entra 1x por ano...ela nao gosto do mundo virtual..vai entender ne!?cada louco com sua loucura.rsrs..

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...