terça-feira, março 08, 2011

O sol ainda é sol

Muito bem pessoas.

Segue o último poema da coletânea Daiane Kelly.

Amanhã apresento para vocês outro olhar, menos mágico do carnaval.

Sabe o que eu fiz hoje?

Em minha inocência, abandonei o estudo de Linguística, porque o meu Mestre finge que não é exigente, mas é; eu não quero cair no desagrado, já que quinta ao retorna da vida paulistana, é a aula dele, tenho de estar preparado! Então... Fui ao MASP, e qual a minha surpresa, já que no site constava que iria funcionar normalmente, mas não estava. P*. O sr. Chato deve me achar um panaca ou os profissionais de TI não atualizaram o site. Deixei também, praticamente de escrever umas dezenas de páginas da “Conspiração Divina”, titulo provisório do meu segundo romance.

Mas vou fazer o que? Brigar com o segurança? Atirar paralelepípedos nas vidraças? Enfiei meu rabo entre as pernas e fui para a livraria cultura, que, diga-se de passagem, estava lotada. Mas o Brasil, ainda é assim mesmo! Só funciona após o carnaval! Que grande M*!

Éramos o astro sol e eu

Ele na imensidão do céu

Eu enraizado na pedra

Quando? Não sabia viver

Estava preso em rochas

Rochas corroídas de passado.

Ele ardente em seu brilho

Eu silencio o fazia de amigo

Fingia quando queria não senti-lo

Na ardência inconsciente de sentir.

Meu olhar ignorante espinhoso

Não querendo sair do lugar

Aprofundando meus pés na rocha

Sendo cacto no meu deserto.

Ás vezes esquecia a solidão

E queria olhar para o mundo

Mas o sol surgia no negrume

Do céu que me espelhava.

Eu ausente de mim mesmo

Largando espinhos a esmo

Ferindo quem em pureza me ama

Rasgando a roupa nova do presente

Vestindo o retro do ausente.

Mas o sol se acabrunhou em nuvens

Exorcizando meus fantasmas

Expelindo-me das duras pedras

Tive de caminhar na imensidão.

O mundo se abriu sem o negro véu

No deitar de meus espinhos ao chão

Deixei o deserto de mim mesmo

Num abraço louco ao presente.

Voei como folha seca no vento

Na brisa suave da primavera

Onde a rocha agora e casa

E o sol, ainda é o sol.

Obs. Para foto AS luz do sol de Daiane Kelly, amiga do colégio IASP.

Um comentário:

  1. Resposta a quem deixou este link no blog da sala:

    Em nenhum momento o Robson diz que foi ele quem fez o poema, e sim que foi postado por ele.

    Quanta ignorâncio. Caro colega que fez a postagem, use o espaço para coisas construtivss, e não para fazer observação bobas.

    O Robson é narcisista - se acha o tal, mais temos que dá a mão a palmatoria -ele é um cara inteligente, e muita gente tem muita inveja dele, ele é chato pra burro, mais busca ter exclarecimento, daí ele faz a diferença. E você...porque não segue o exemplo e faz a sua própria diferença?

    ROBSON, PATABÉNS, VÁ EM FRENTE, POSTE, POSTE O QUE PODER, ASSIM ALGUÉM PODE TIRAR ALGUM PROVEITO DE SUAS IDEIAS.

    COLEGA DE SUA SALA.

    ResponderExcluir

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