domingo, outubro 02, 2011

Na beira do sepulcro dos sentimentos

È inevitável não retornar ás lembranças de pessoas amadas, que partiram, ao pensar em cemitério. Buscar palavras que exemplifiquem o que penso, que sinto, é tarefa árdua por conta destas lembranças. E na continuação da coletânea “NA BEIRA DO SEPULCRO” faço uso do que de melhor tenho, estes mesmos sentimentos, e do que não tenho certeza, as palavras. As fotos do cemitério de La Recoleta carinhosamente cedidas pelo amigo Peruano Víctor Gonzales, são os transportes para as retomadas sentimentais e a busca das melhores palavras. São agora os poemas: NA BEIRA DO SEPULCRO - A porta negra NA BEIRA DO SEPULCRO - Desespero NA BEIRA DO SEPULCRO - Suflê mofado.

Por quê?

Eu sou assim, assim que sou!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...