domingo, maio 13, 2012

Metáfora de Ana


Aninha rompeu com a sociedade por ser uma mulher, esposa de um engenheiro, e que trabalhava em uma empresa de viagens, a TAP.  O que para as cabeças fechadas, lacradas feito a tumba de Nefertiti, dos portugueses de 1968, era um verdadeiro escândalo. 

Esta é a Ana. Que nos apresente outra África, e outro olhar para este continente que acreditamos conhecer, mas que na verdade não conhecemos muito pouco.

Este novo conto apresenta uma fase dramática vivida por ela e seu esposo em Angola de 1961.
E eu?
Eu sou assim. Assim que sou!


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