segunda-feira, janeiro 14, 2013

Aberto para balanço.



Olá, leitores amigos, leitores assíduos e visitantes do “O PAULISTANO”.
Esta viagem ao mundo da miologia, cultura e até certo ponto religiosidade Afro foi maravilhosa, mas chegou ao fim. Recebi muitos recados carinhosos, criticam boas e algumas alfinetadas ácidas – volto a afirmar este blog não é religioso – e no Perfil você poderá ler a proposta que busco com este blogger.

Quando me propus pesquisar e refletir com poemas para entender o que compreendo dos deuses africanos, foi de forma límpida, clara e sem criar apologia a qualquer ritual ou religiosidade especifica, mas conhecer – o conhecer, nos liberta, e desamarra nossos preconceitos.

Criei uma didática para este trabalho, algo que faço sempre para tudo o que escrevo, desde o livro que conclui, e o novo que esta em criação. Primeiramente busquei apoios em sites confiáveis que tratam do tema de forma simples e mitológica.

E para os poemas trabalhei com os seguintes modelos: Borós (Orixás “homens”), poemas com quatorze estrofes, separados em dois versos. Yabás (Orixás “mulheres”), também quatorze estrofes, mas divididos em quatro versos, os dois primeiros com quatros estrofes, e os dois segundos versos com três estrofes.

Situando-me sempre diante do Orixá, e sentindo a energia que ele me dispende, para assim dominar a palavra, e balancear esta palavra para que se encaixe com o que sinto com o Orixá, e desta forma nasceu Raiz de Baobá.

Obrigado a todos!

A imagem desta postagem é o pensador de Tchokwé, a mais famosa estatueta de Angola. Considerada uma obra de arte fidedigna angolana, figura emblemática e símbolo do país.

Enfim...
Eu sou assim, assim que sou!

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