domingo, março 17, 2013

O fim – é um som metálico do fechar das cortinas.



Para este último conto-crônica da coletânea A VIDA MUSICAL DE UM ASSISTENTE DE LEGISTA, lancei mão de uma das minhas prediletas playlist. E quando dei por mim, estava criando um pastelão, que foge das grandes Óperas, as quais sou fã. Mas foi gratificante a minha alma. Divertidíssimo criar este conto. Até me joguei no chão sentindo o drama do Jovem Rapaz.

Neste conto-crônica, aproveito ao meu modo, para homenagear Dona Rosa. Falecida em 07 de Março de 2013. Uma senhora cheia de vida, ranzinza às vezes, mas uma mulher que olhava a vida de frente e sem medo – do jeito que eu gosto! Acompanhou grandes momentos da minha vida. Uma Avó que sempre estará na minha memória. Em especial nas recordações das acaloradas bitócas na boca, que é como ela gostava de me cumprimentar. Enquanto os outros netos ficavam com nojo, eu gostava dos beijos e ainda ganhava atenções especiais da velha Dona Rosa.
Sentirei saudade!


Estava eu com um desanimo para continuar esta coletânea. Cheguei a cogitar a morte de Maurindo. Mas, hoje assisti a um vídeo documentário, no Catarse – um projeto de Cinema e Vídeo por Amina Jorge - "Quase Consolação". Nele ela faz um pequeno vídeo para vender sua ideia. É algo muito próximo do que proponho com esta coletânea. Os locais, o IML, são os mesmos onde ambiento o Maurindo. Achei uma coincidência retumbante, que só a vida pode me proporcionar.

Enfim, isso me deu um UP, e ká estou publicando o último conto-crônica da:



Concluo. Há em mim uma satisfação imensa com esta coletânea. Termino consciente que fiz o melhor no possível de minhas limitações! Obrigado aqueles, que me acompanharam nesta jornada, em mais uma das vertentes da vida deste personagem em criação – Maurindo.

Bem...
Eu sou assim.
Assim que sou!

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