sábado, fevereiro 01, 2014

A biblioteca mágica de Bibbi Bokken


A biblioteca mágica de Bibbi Bokken
Autor(es): Jostein Gaarder e Klaus Hagerup
Da: Cia. das Letras, 2003 – 11º reimpressão
Tradução: Sonali Bertuol

Falou que é um livro em primeira pessoa, já gamei. Disse que é contato por crianças – é para mim. Afirmou que o autor é Jostein Gaarder, começo a babar. Sou apaixonado por sua escrita leve, filosófica com toque de magia e muuuuuito envolvente.

Tenho alguns trabalhos do autor, entre eles o maior livro da minha vida. A obra que me libertou, que foi a válvula motriz para que a paixão por livros crescesse mais em mim – “O dia do Curinga”. Um livro báaaaaaarbaro!!!

Então para esta incursão de “O leitor voraz” trago da minha mirrada biblioteca “A biblioteca mágica de Bibbi Bokken”. Em parceria com o Jostein está outro autor de livros infantis, lá da Noruega, Klaus Hagerup. A tradução é da Sonali Bertuol.

Critica: Venhamos e convenhamos; Cia. da letras é uma boa editora, com profissionais gabaritados e isso é o que faz com que a Cia. tenha o nepotismo editorial que possui. Ninguém é bobo, né minha gente! Ela domina muita coisa, e por isso lhe dá o direito de fazer o que quer com a obra? NÃO. Então porque cargas d’água ela optou em traduzir a obra do Alemão e não do Norueguês (língua nativa dos autores) como em outros livros do autor. Quem me garante que aos alemães respeitaram a obra? Enfim, é isso.

A tradução é boa, com uma fluidez que respeitou o tom infantil que a obra possui. Isso porque os narradores são duas crianças. É assim – um livro epistolar, como se fosse um livro de correspondências, em que os personagens Berit e Nils Boyum, dois primos, que depois de passar as férias juntos, decidem comprar um livro de cartas para se comunicar, onde escrevem o que sentem e fazem. No meio disso surge Bibbi Bokken, uma obcecada por livros. Que começa a intrigar os dois e faz um jogo de espião com eles. Ela os segue querendo o livro de cartas, e eles percebem que estão correndo perigo. Passam então a investigar, e acabam descobrindo uma biblioteca mágica, e muitas outras coisas.

A linguagem é arroz com feijão de tão básica e o final de uma banalidade pão com manteiga. Um livro ótimo, envolvente, que toda criança deveria ler. Recheado de inocência, coisa rara nos dias atuais, e com o imaginário infantil explosivo. Recomendo.

Enfim...
Eu sou assim.

Assim que sou!

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