terça-feira, março 24, 2015

SETE


Estava na Cidade Alta em Porto Seguro/Bahia quando passando por entre os caminhos serpenteados de cercas e folhagens algo me assoviou. Não foi um assovio literalmente, mas uma presença. Algo conhecido, e amigável.

Nada surgiu acompanhando o som que me chamava. Apenas um poste personificou a poesia daquele momento. E um nome, um número, uma entidade se fez surgir no ecoar dos meus lábios: SETE!

Assim, deixo aqui meu registro. Um poema para SETE. Acho que nunca escrevi para você, não é "meu velho"? Malandro confiável – que dicotomia!
Espero que apreciem:


Afinal,
Eu sou assim.

Assim que sou!

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