quarta-feira, abril 22, 2015

TUM... TUMMMM


Continuo nessa continuação continuada de retratar em palavras as imagens, sons, ritmos, cores e vida que vi nas férias. Trago para esse meu banquete os tambores. Tom da resistência, a forma que persiste mesmo quando o tempo lhe descasca o couro.

Quem nunca sentiu o peito sacudido pelo som de um tambor? 
Qual brasileira (o) não se controlou para sair dançando quando o TUM...TUM...ressoa?

Por isso, não poderia deixar de registrar aqui, minha gratidão ao tambor.  

A imagem que nos ilustra é um xilogravura da artista Rosinha – Maracatu, 2013. Do projeto Apoema Português, da Editora do Brasil. 

Recebam:

Afinal,
Eu sou assim.

Assim que sou!

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